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Nova York: informações básicas

Nessa nossa última viagem ao Canadá teríamos que fazer obrigatoriamente uma conexão nos EUA, portanto optamos fazer uma paradinha rápida e estratégica em Nova York para rever essa imponente cidade multicultural. O tempo era muito curto, portanto o objetivo era só mesmo visitar alguns poucos pontos, curtir o clima da cidade e matar um pouco as saudades, além de confirmar que precisamos planejar uma outra viagem com um tempo decente para aproveitar a cidade como ela merece. Nova York está muito mudada em relação a última vez em que estivemos por lá, que para vocês terem uma idéia, foi na época em que ainda existia o World Trade Center!


Bem, mesmo tendo sido rápido, vou falar nos próximos posts sobre alguns passeios que fizemos e algumas dicas para comer e fazer compras. Mas antes, como sempre, vamos a algumas informações básicas. A primeira preocupação é de como se deslocar do aeroporto até o seu hotel. Em Nova York existem 3 aeroportos, portanto é importante verificar no seu bilhete se você chega pelo JFK, La Guardia ou Newark. Vou comentar sobre os dois primeiros, pois foram os que eu usei, mas algumas dicas valem para também para o último.


Chegando no La Guardia, que é o aeroporto mais perto de Manhattan, o mais indicado é pegar um táxi, que fica entre US$ 20 a US$ 30 (mais 15% de gorjeta), ou uma van comunitária, que custa US$ 15 por pessoa. Ambos te deixam na porta do seu hotel. A partir de 2 pessoas o táxi é mais econômico e rápido, pois te leva direto ao seu destino, mas você não pode estar com muitas malas ou volumes, senão não cabe no bagageiro. Justamente por estar com um carrinho de criança e mais algumas malas é que optamos pela van (permite até 2 malas por pessoa sem custo), que você pode reservar com antecedência pela internet. As principais empresas que oferecem esse tipo de serviço são a Go Airlink e SuperShuttle. Independente da empresa que você escolha, basta se dirigir até o balcão de “Ground Transportation”, que fica bem em frente as esteiras das malas, e entregar o seu voucher para que eles solicitem o seu transporte. Você então tem que esperar por vários minutos o seu motorista chegar e chamar o seu nome, o que pode ser rápido ou demorado, dependendo da sua sorte. Nós demos azar e esperamos uns 40 minutos (outros foram chamados em 10 minutos), mas em compensação fomos o último a embarcar na van, portanto ela partiu direto para a cidade e não ficou rodando outros terminais para buscar mais passageiros. No entanto o nosso azar continuou nos perseguindo, pois nosso hotel foi a penúltima parada da van e tivemos que ficar rodando para cima e para baixo por Manhattan desembarcando os outros passageiros. Para piorar, o trânsito estava um caos, então levamos mais de 2 horas para chegar ao nosso destino. Resumindo, se você não tiver problemas com malas, do La Guardia minha recomendação é sempre pegar um táxi.

Já para o JFK, os mesmos tipos de transporte são válidos, só que como ele fica bem mais longe, os preços são maiores. O táxi fica em torno de US$ 50, fora o pedágio, e as vans custam US$ 18. Como aqui a diferença é maior, a van pode compensar bastante para quem viaja sozinho ou em par, sendo que as empresas são as mesmas. Além dessas opções, no JFK existe também um trem suspenso (Airtrain), que interliga todos os terminais e te também até a estação de metrô Jamaica ou ao trem na Long Island Rail Road. Como nosso hotel ficava próximo a uma estação de metrô da linha E, que é justamente a mesma da estação citada, optamos pelo metrô. Pagamos US$5 pelo Airtrain por pessoa e mais US$2,25 pelo metrô, totalizando US$7,25. Tanto o trem quanto o metrô estavam bem cheios, o que dificultou um pouco com as malas, mas em compensação a baldeação é tranquila, pois existem elevadores e você pode até usar o carrinho do aeroporto (pago) até a estação de metrô. Levamos quase 1 hora e meia para fazer esse trajeto. Para informações super detalhadas sobre todos esses meios de transporte, não deixe de consultar esse post do Ricardo Freire no ViajenaViagem.

Foto: cliquenovayork.blogspot.com


Continuando o assunto transporte, vamos falar do metrô. São várias linhas cobrindo toda a cidade, portanto você sempre encontrará alguma estação pelo caminho e não terá problemas para chegar a nenhum local. No entanto, nem tudo é perfeito, pois os trens são bem velhos, assim como as estações. Nada que atrapalhe os seus deslocamentos, mas que de vez em quando dá um certo medo, ah isso dá! Outro ponto negativo é a complexidade para entender o funcionamento, já que são várias linhas circulando pela mesma estação e nem todos os trens param em todas as estações, com variação até por horário. Para piorar um pouco mais, existem várias estações com o mesmo nome (só a 42st são cinco) e você deve prestar bastante atenção às linhas (letras e números) informadas logo após o nome para saber se aquela é a estação desejada (Ex: 42st (A, C, E)). Outro ponto de atenção é que alguns buracos do metrô permitem acesso apenas ao trem indo em uma direção específica (sempre informado na placa), portanto você deve ficar atento para não chegar lá embaixo e descobrir que tem que subir as escadas de novo para entrar por outro acesso. Para entender um pouco mais e fugir das pegadinhas, veja esse outro post do Ricardo Freire.

Para comprar o bilhete de metrô em quase todas as estações existem máquinas touch screen para você comprar ou carregar, o seu Metro Card, que é o cartão recarregável deles. Se você não tiver um, a máquina emite na hora. O bom é que você pode pagar também com o seu cartão de crédito, o que facilita bastante! O cartão pode ser carregado com valores para serem utilizados individualmente (US$ 2,50 por trecho) ou você optar pelo passe semanal (US$ 29) ou mensal (US$ 104), que possuem um excelente custo-benefício para quem vai passar mais tempo na cidade. Veja nas fotos abaixo o passo a passo para carregar o seu Metro Card. Quando for solicitado o zipcode, basta digitar “00000”.


Com relação a hospedagem, Nova York tem várias regiões bacanas para os mais diversos gostos, mas não vou entrar em detalhes aqui, até porque não sou um profundo conhecedor do assunto. Apesar de ser extremamente muvucado, acabamos optando pela região mais turística da cidade, que é próximo a Times Square. Além da ótima localização, bem junto a estação de metrô, escolhemos o Staybridge Suites Times Square por ser uma cadeia que gostamos muito e onde sempre tivemos excelentes estadias. O atendimento é excelente e todos os funcionários são sempre atenciosos. A filial de Nova York, que fica na 40nd St, foge um pouco do padrão das outras filiais, com um design bem mais moderno e elegante. Os quartos são menores, mas possuem a tradicional cozinha completa e são bem novos e aconchegantes, sempre com duas camas de casal bem confortáveis. Adoramos e atendeu plenamente as nossas necessidades e expectativas!

Vista do quarto


Apesar das diferenças, essa filial também conta com excelente café da manhã padrão, que é um dos grandes diferenciais com relação a outras redes americanas. Se não bastasse tudo isso, o hotel ainda serve um happy hour gratuito toda semana de terça a quinta entre 17h e 19h. E olha que é não é um lanche mixuruca não! Tem diversos salgados, sanduíches, refrigerante e de quebra algumas opções de cerveja e vinho. Quer coisa melhor para matar aquela fome da tarde!


Nos próximos posts eu conto mais sobre essa nossa rápida passagem por Nova York. Até lá!

Leia também:

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Publicado por em Dezembro 3, 2011 em EUA, Nova York

 

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Ottawa: um passeio pela bela capital

Apesar de ser apenas a quarta maior cidade do país, Ottawa foi escolhida como a capital política do Canadá no ano de 1857 pela então Rainha Vitória. Um dos grandes motivos é a sua localização estratégica, bem na fronteira entre as províncias de Ontario e Quebec, que até hoje divide culturalmente o país. Foi a forma encontrada pela rainha para amenizar a disputa entre as duas principais províncias, apesar da cidade ser parte de Ontario e falar inglês. No entanto, é só atravessar a ponte sobre o Rio Ottawa, que foi de onde surgiu o nome da cidade, para adentrar a pequena Gatineau já na província de Quebec.

Infelizmente, por não ser tão famosa quanto as suas vizinhas Toronto e Montreal, ou mesmo Quebec City, Ottawa acaba sendo relegada a segundo plano pelos turistas em geral, o que é uma grande injustiça! Apesar de pequena, a cidade é linda e merece sua visita! Na minha opinião, não pode ficar de fora de nenhum roteiro pela região leste do Canadá. Uma das vantagens é que a cidade fica muito perto de Montreal, ou seja, não tem desculpa para não visitá-la. 🙂

É possível conhecê-la por meio de um bate-volta de Montreal, ou dormindo na cidade pelo menos uma noite, o que seria o ideal. Como o nosso tempo era limitado e não queríamos o transtorno de ficar trocando de hotel, optamos pela primeira opção, mas admito que o tempo foi curto. Levamos em torno 2 horas de carro para fazer o trajeto Montreal-Ottawa, o que é bem razoável para um bate-volta. A estrada é ótima e não oferece perigo, mesmo a noite, portanto é uma excelente opção. Achamos mais vantajoso do que ir de trem, pois além de ser mais barato (para 3 pessoas), você fica com uma grande liberdade de horário (os trens têm horários bem limitados) e ainda pode usar o carro para deslocamentos internos na cidade, que são pontos cruciais para quem viaja com crianças. Estacionar em Ottawa também foi bem tranquilo.


Sugiro começar o passeio pela Wellington St., que percorre as atrações mais famosas da cidade. Lá você poderá ver o belo Hotel Château Laurier (A), famoso por sua imponente fachada.


Em seguida atravesse a ponte e veja de cima o Rideau Canal (B), que é mais uma das grandes obras de engenharia produzidas pelo homem. Tem mais de 200 Km de extensão e foi construído no século XIX pelos britânicos para interligar o rio São Lourenço (próximo à cidade de Kingston) ao Ottawa, de forma a poder transportar materiais militares entre as essas duas importantes vias fluviais do país. Virou patrimônio histórico da UNESCO a partir de 2007 e hoje é uma das grandes áreas de lazer dos moradores.


No caminho está também o National War Memorial (C), com seu soldado tipicamente inglês.


Logo em seguida você se depara com o principal cartão postal de Ottawa: o Parlamento do Canadá (D). Esse prédio histórico é o principal símbolo político do país e sua arquitetura é belíssima. Não tem como você não se impressionar com o seu tamanho e beleza! O Parlamente é oficialmente formado por 3 prédios dispostos ao redor do seu jardim, mas o prédio central é o maior e onde se localizam as principais salas. São realizadas visitas guiadas ao longo de todo o dia (em inglês e francês) e o melhor é que elas são totalmente gratuitas. Basta você se dirigir até a lateral direita do prédio central, que lá existe uma estrutura coberta para a distribuição de entradas e espera. É só escolher a língua desejada, que eles te indicam os horários disponíveis.


A visita guiada é realmente imperdível! A arquitetura interna é muito bonita e foi totalmente reconstruída após o incêndio que destruiu grande parte do prédio central em 1916, cuja causa nunca foi desvendada. A única sala que sobreviveu a essa enorme tragédia foi a biblioteca, em virtude de suas portas de ferro, que porventura é a sala mais impressionante e bonita de todo o parlamento. Sua estrutura toda de madeira é belíssima e foi muita sorte a mesma ter escapado ilesa desse incêndio com um material tão inflamável!


A visita ainda passa pelas belas salas da casa dos comuns e do senado, além de outras salas de reunião representativas.


Se você caminhar até a esquina da Kent St. vai se deparar com o prédio da Suprema Corte (E) (infelizmente não tenho fotos 😦 ) e em seguida pode voltar pela Sparks St. (F), que é uma rua comercial movimentada e com alguns prédios interessantes. Infelizmente estivemos por lá em um domingo, portanto estava tudo fechado e a rua não tinha movimento algum para curtir, mas fica mesmo assim a dica.


Atravessando novamente a ponte, recomendo um passeio pelo ByWard Market (G), que é região mais antiga da cidade e conhecida por muitos como Lower Town. Essa região é bem bonita, com vários restaurantes, bares e lojas, ou seja, um ótimo local para caminhar, comer e apreciar o movimento.


Comemos em um excelente restaurante italiano nessa região, que eu vou mencionar melhor no próximo post. Quando a fome bater, não deixe de exprimentar os imperdíveis e famosos Beaver Tails (trailer na esquina das ruas George St. e Dalhousie St.) , que são uma massa crocante grande em formato de cauda de castor (símbolo do país) com uma cobertura doce ou salgada a sua escolha. A massa lembra muito um “bolinho de chuva” e vem quentinha, combinando perfeitamente com a calda de chocolate com banana que pedimos! Uma delícia!!!



Para terminar o passeio pela cidade, recomendo uma visita ao Museu da Civilização (H), que conta a história do Canadá desde os seus primeiros dias. O prédio é muito bonito e moderno e fica na verdade do outro lado do rio Ottawa, mais precisamente em Gatineau. Como nosso tempo estava curto, focamos nossa visita no Children´s Museum, que é uma exposição totalmente à parte, inclusive com ingresso separado, e dedicada exclusivamente aos pimpolhos. Apesar de seu tamanho reduzido, esse museu permite que as crianças deem uma volta ao redor do mundo, com diversas áreas extremamente interativas que retratam os mais variados países e culturas. É muito legal e as crianças se sentem parte dos cenários, pois podem mexer literalmente em tudo! É tudo muito bem produzido e pensado! Eles inclusive distribuem um passaporte na entrada, incentivando as crianças a carimbarem as mesmas quando passam pelos países (tem uma máquina específica em cada país). Para quem está viajando com crianças esse museu é imperdível e foi o programa que meu filho mais adorou! Ele não queria sair de lá de jeito nenhum e só se convenceu quando os funcionários passaram solicitando que todos fossem embora para fechar o museu! 🙂


Outro motivo interessante para visitar esse museu é que ele fica junto ao rio e tem um visual fantástico da cidade de Ottawa e suas principais construções, além da Ponte Alexandra. O jardim ao lado também é utilizado como área de lazer pelos moradores, criando um clima bem gostoso para se curtir em um final de tarde.


Para conhecer mais sobre a cidade de Ottawa, não deixe de visitar o blog da Mirella, que já morou no Canadá e escreveu um mini guia sobre a cidade. Suas dicas foram preciosas para o sucesso da nossa viagem!


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Leia também:

Montreal: onde comer
Montreal: Downtown e outras regiões
Montreal: Vieux-Montreal
Montreal: informações básicas
Quebec City: onde comer
Quebec City: um passeio pela cidade histórica – parte 2
Quebec City: um passeio pela cidade histórica – parte 1
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Toronto: uma cidade com a cara dos EUA
Toronto: passeando pelo centro
Toronto: onde comer
Boston
Chicago
Washinton D.C.

 
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Publicado por em Novembro 11, 2011 em Canadá, Ottawa

 

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Roteiro de 4 dias para Buenos Aires

Dando início a uma nova seção aqui no blog, o leitor Breno Pessoa foi passear em Buenos Aires e resolveu contar sua experiência e dar algumas dicas para quem está planejando uma viagem para a capital portenha.

Texto e Fotos: Breno Pessoa

Nestes tempos modernos, de clicks, blogs e mídia social, a palavra colaboração nunca fez tanto sentido quando o assunto é viagens. Nas vespéras da nossa ida a Buenos Aires, comecei a seguir alguns blogs, um para dicas culturais, outro para pechinchas e boas compras, e por aí vai. Li bastante sobre os passeios, mas senti falta de um roteiro que me informasse onde ir e quando, no estilo cada dia uma série de lugares a visitar. Daí surgiu a idéia deste mini-roteiro de Buenos Aires.


Dia 1

Comece o dia visitando a Catedral de Buenos Aires, siga para a Casa Rosada e depois para o Mercadinho de San Telmo. À noite, assista um show de Tango no Café Tortoni, um prédio histórico que abriga a Academia Nacional de Tango. A dica aqui é comprar o ingresso para o show pela manhã, antes de ir à Catedral. Fica a 200m, e só aceita pagamento em dinheiro.


Dia 2

Parece incrível, mas os três museus mais interessantes de Buenos Aires estão a uma curta caminhada um do outro. Arte Decorativo, um antigo casarão em estilo francês, com móveis, porcelanas, quadros e esculturas dos séculos XVI a XIX. Malba, para arte Latino americana. Museu Nacional de Belas Artes, para arte europeia. Cemitério de Recoleta, para as tumbas de importantes personalidades argentinas, inclusive Eva Péron. À noite, um bom vinho e Parilla, a tradicional carne argentina.


Dia 3

La Boca, Caminito, Estádio do Boca Juniors. Dizem que é um bairro perigoso, antigo reduto de imigrantes espanhóis e italianos. Fomos na hora do almoço e achamos tudo bem tranquilo. Caminhamos até o estádio do Boca, que fica apenas 2 quadras de Caminito e cobra 40 Pesos para visitas. Depois seguimos para a Calle Florida, onde não faltam opções para as compras. À noite, tomamos alguns drinks no elegante Porto Madero.

Último dia

Visitamos o Rosedal, o Jardim Japonês, e em seguida o Museu de Evita, que me surpreendeu. Conta a história da ex-primeira dama em um belo casarão, através de seus vestidos, fotos, vídeos. Super recomendado.

Para a estadia, buscamos um pacote turístico que resolveu em alguns clicks duas das nossas preocupações: passagens aéreas e hotel. Optamos por um Hotel Boutique em Palermo, bairro artístico que abriga lojas de marca, os bares da Plaza Belgrano e uma das melhores Parillas da cidade, o restaurante La Cabrera.

Todas as atrações citadas aqui estão relativamente próximas quando agrupadas num mesmo dia. Espero que você também tenha uma boa viagem!

Leia também:

O que fazer em Buenos Aires – Centro
O que fazer em Buenos Aires – Outras regiões
Buenos Aires: Um show de tango
Buenos Aires: Onde comer

 
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Publicado por em Novembro 5, 2011 em Argentina, Buenos Aires

 

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