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Hotel Le Canton

Em outubro fomos passar um final de semana no maravilhoso Hotel Le Canton na serra fluminense, mas precisamente na estrada Teresópolis-Friburgo. Nunca tinha visitado esse hotel com o nosso filho e já sabíamos que ele tinha mudado muito nos últimos tempos, portanto a expectativa era alta. O hotel foi vendido há alguns anos e o novo dono vem fazendo um investimento fenomenal, não só ampliando a disponibilidade de quartos (os novos estão bem bonitos e maiores), como também aumentando consideravelmente a estrutura de lazer, como vocês poderão notar ao longo desse post. Mesmo com tanta expectativa, saímos de lá super satisfeitos e doidos para voltar logo! 😀


Chegando no hotel, você logo se surpreende com a estrutura original do complexo, formada por vários prédios pequenos e baixos de 2 a 3 andares seguindo a arquitetura típica da Suíça e muito floridos. Tudo foi construído para lembrar esse pequeno e encantador país e posso dizer que eles fizeram um excelente trabalho, pois a partir do momento em que você entra no hotel se sente realmente parte dessa atmosfera alpina. 🙂 Tudo de muito bom gosto e lindo! Os prédios ficam ao redor de um grande gramado central, onde se localiza também uma das piscinas, e nem sempre existe uma passarela interligando os mesmos, o que pode ser um complicador nos dias de chuva, como foi o nosso caso. No entanto, existem diversos guarda-chuvas a disposição dos hóspedes em cada um dos prédios, facilitando os deslocamentos.


Ficamos em um quarto standard, que era simples, moderno e agradável, mas um pouco pequeno. Nada de excepcional! Imagino que os de categorias superiores sejam maiores. Aliás, esse foi o único ponto negativo do hotel, já que o quarto é um pouco pior do que os de outros hotéis do mesmo nível que já nos hospedamos, mas nada que comprometa. Até porque você quase não fica no quarto.


Eles acabaram de construir uma outra ala de prédios nos fundos do hotel, onde os quartos são maiores e mais modernos. O curioso é que essa ala foi totalmente tematizada na Grécia, ou seja, nada a ver com a Suíça e o restante do hotel. Apesar da combinação estranha, ficou bonita.


A diária é pensão completa, portanto você não precisa se preocupar. Todas as refeições são servidas no restaurante principal e estavam bem saborosas, sendo que a variedade era muito boa. Não tem tanta opção como em um desses resorts maiores, mas achei a qualidade da comida melhor. Além dos bons pratos salgados, os doces também faziam bonito e era até difícil saber o que escolher. Para quem deseja uma opção mais requintada, o hotel ainda conta com dois restaurantes que servem fondue (bom para os dias mais frios) e pizza, mas tudo pago a parte. Sinceramente achei desnecessária essa cobrança à parte e acho que eles podiam incluir isso na diária. Pizza não é cara e poderia estar inclusa no buffet principal da noite. Já o restaurante de fondue poderia ser oferecido como uma opção premium e com reservas limitadas por tempo de estadia, assim como a maioria dos resorts faz com os seus restaurantes temáticos.


O hotel ainda conta com um bar com música ao vivo a noite nos finais de semana, onde você pode se divertir jogando, tomando uma bebida e batendo papo. Ao lado do bar ainda existe um salão de jogos com mesas de sinuca e um cinema. Aliás, para quem gosta de um filme ou desenho, o hotel ainda disponibiliza na recepção vários DVDs para aluguel, já que todos os quartos contam com um aparelho de DVD.


Para quem gosta de uma boa leitura e esqueceu o livro, ou quer ler algo diferente, o hotel ainda conta com uma biblioteca. Lá também são vendidos alguns livros para crianças.


Apesar de todos os pontos já citados, no quesito recreação é que o Le Canton se destaca! O hotel conta com uma área bem grande de lazer e a infra é muito boa. São tantas as opções que você fica até na dúvida do que fazer primeiro. O lado negativo é que a maioria das atividades é paga à parte, o que acaba elevando o custo da diária no final, mas mesmo assim achei o custo-benefício bom. Existe uma recreação para crianças e adultos que me pareceu bem animada, mas como tem tanta coisa para fazer e infelizmente estava chovendo a maior parte do tempo, acabamos que fizemos a nossa própria programação e passamos o tempo todo ao lado do nosso filho, o que foi ótimo! A vantagem da recreação é que as crianças não precisam pagar nada extra para participar das atividades previstas na programação (exceção para o parque de diversões), enquanto se você fizer sozinho tem que pagar. Aliás, essa é uma das vantagens desse hotel, pois mesmo com chuva e frio (o que na região é bastante comum) você não fica parado e tem várias opções.


A piscina principal é aquecida e tem um bom tamanho. Infelizmente não pudemos experimentá-la devido ao mal tempo, mas deixo as fotos para vocês conhecerem. Para mim o ideal é que todos hotéis de serra tenham pelo menos uma piscina aquecida, pois o tempo é sempre bastante instável, mas no Le Canton só existe uma dentro do Spa e com acesso exclusivo para quem faz algum tipo de massagem ou tratamento, o que é uma pena! Pelo menos as crianças tem uma hora livre para entrar nessa piscina no fim de semana, pois essa atividade estava inclusa na programação da recreação infantil. Os pais tiveram que ficar chupando o dedo! :mrgreen:


Um dos pontos altos é o Castelo Medieval, que fica no alto da montanha e tem uma bela vista de todo o hotel e da região em volta. Eles oferecem um carrinho para ajudar na subida em alguns horários, mas dá para subir tranquilo pelas escadas.


O castelo é uma das novidades inauguradas nos últimos anos e conta com muitas atrações. Logo no andar de baixo você pode patinar, jogar alguns jogos eletrônicos, ou simplesmente jogar uma partidinha de boliche em uma das 4 modernas pistas disponíveis. Está tudo novinho e as pistas de boliche não deixam em nada a desejar as pistas mais modernas dos shoppings, portanto é diversão garantida. A hora custava R$30, que é bem justo para a qualidade. Meu filho adorou!


No andar de cima ainda tem um brinquedão, desses que você encontra em casas de festa infantis, e outra área com brinquedos mais para bebês, ou seja, tem diversão para todas as idades. Ao lado ainda existe um planetário, mas que infelizmente não tivemos a oportunidade de conhecer.


Para quem curte a natureza, são oferecidas atividades de arvorismo e tirolesa, além de passeios de cavalo para os adultos e charrete para os pequenos. Achei o preço dessas últimas um pouco exagerado para o pouco tempo, portanto não recomendo muito. Os cavalos ficam em um complexo em uma área anexa ao hotel, portanto você tem que caminhar um pouquinho, mas nada demais.


Nessa mesma área ficam as quadras esportivas, que conta inclusive com uma quadra de tênis de saibro coberta, além de uma mini fazenda.


Ainda nessa área, fica agora a principal e mais nova atração do hotel: o parque de diversões Parc Magique. Esse para mim foi a maior sacada do Le Canton e uma atração totalmente original, já que é o primeiro parque de diversões dentro de um hotel e ainda por cima coberto, o que é essencial para deixá-lo aproveitável em qualquer clima. Quando li sobre sua inauguração, achei que fosse um daqueles parques mais simples que estamos acostumados a ver montados por aí de forma provisória, portanto admito que fiquei bastante surpreso com a estrutura. O parque é bem grande e conta com vários brinquedos bacanas, como uma montanha russa, roda gigante, elevador, cinema 5D, carrinho bate-bate, carrossel, trem fantasma, trenzinho, barco viking infantil, vários jogos eletrônicos e muito mais. Uma dica para os pais cujos filhos gostam de montanha russa, como o meu, é que a altura mínima é de 1,30m e eles não abrem exceção nem se acompanhado, portanto seu filho pode ficar frustrado. 😦 Além dos brinquedos serem muito legais, o que mais me surpreendeu foi que a decoração e tematização do parque, que é toda medieval e muito bem feita. Eles se preocuparam com os mínimos detalhes e parece até que estamos em uma mini disney, pois você se sente literalmente em uma pequena vila medieval. Segundo o Le Canton, o parque será exclusivo para hóspedes somente nos dias mais cheios (feriados e alta temporada), podendo ser frequentado pelo público em geral no restante do tempo. O passaporte para os hóspedes custou R$15 no fim de semana em que estivemos lá, com um crédito de R$10 nos jogos eletrônicos. Não sei se era uma promoção de inauguração ou desconto exclusivo para os hóspedes, já que o preço de tabela é R$35, mas achei bem barato para o que é oferecido. Passamos a tarde inteira no parque e foi difícil convencer o meu filho a ir embora! 🙂


As novidades não param por aí e o hotel já divulgou a inauguração de novas atrações para o ano que vem, como pista de patinação no gelo, ski na neve (não sei com vai funcionar isso!!!) e uma outra fazendinha. A pista de patinação vai ficar ao lado do parque e realmente as obras estavam a todo vapor. Estão previstos também shows especiais para as épocas festivas e a inauguração de mais um hotel em um terreno vizinho nos próximos anos. Pelo visto os caras estão querendo virar um super resort e estão investindo bastante, o que é uma boa notícia! Se tudo der certo, ano que vem voltamos para conferir as novidades.

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Publicado por em Novembro 22, 2011 em Brasil, Resorts, Teresópolis

 

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Ottawa: onde comer

Como ficamos apenas um dia e não chegamos a dormir em Ottawa, não deu tempo de experimentar as várias indicações que tínhamos. A principal região gastronômica é o Byward Market, onde você pode selecionar entre as mais variadas opções da culinária mundial. A escolha foi difícil, mas optamos pelo italiano Vittoria Trattoria (mais uma indicação da Mirella), que nos parecia uma boa opção para comer com criança e os pratos do menu eram bem originais. Não nos arrependemos, pois o restaurante é excelente e tudo de muito bom gosto! Foi sem dúvida nenhuma a nossa melhor refeição de toda a viagem!


O restaurante é requintado, mas sem ser chique, e o custo-benefício é excelente, ou seja, exatamente o que procurávamos. Tanto as massas como a pizza estavam sensacionais, principalmente o tortellini ao molho gorgonzola com uvas, que se provou uma excelente combinação.


Fechamos essa excelente refeição com chave de ouro pedindo de um sorvete trufado Haggen Dazs de sobremesa. Uma delícia!


Outra boa dica para quem deseja apenas fazer um lanchinho, ou comer uma sobremesa após uma bela refeição, são os Beaver Tails (trailer na esquina das ruas George St. e Dalhousie St.) que mencionei no post anterior e são uma tradição local.


Para mais dicas de restaurantes na cidade clique aqui.

Esse post encerra a série sobre o Canadá e espero que vocês tenham gostado. Aguardem dicas sobre outros destinos nos próximos posts. Até lá!

Leia também:

Ottawa: um passeio pela bela capital
Montreal: onde comer
Montreal: Downtown e outras regiões
Montreal: Vieux-Montreal
Montreal: informações básicas
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Quebec City: um passeio pela cidade histórica – parte 2
Quebec City: um passeio pela cidade histórica – parte 1
Quebec City: onde se hospedar
Toronto: informações básicas para planejamento
Toronto: uma cidade com a cara dos EUA
Toronto: passeando pelo centro
Toronto: onde comer
Boston
Chicago
Washinton D.C.

 
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Publicado por em Novembro 15, 2011 em Canadá, Ottawa, Restaurantes

 

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Ottawa: um passeio pela bela capital

Apesar de ser apenas a quarta maior cidade do país, Ottawa foi escolhida como a capital política do Canadá no ano de 1857 pela então Rainha Vitória. Um dos grandes motivos é a sua localização estratégica, bem na fronteira entre as províncias de Ontario e Quebec, que até hoje divide culturalmente o país. Foi a forma encontrada pela rainha para amenizar a disputa entre as duas principais províncias, apesar da cidade ser parte de Ontario e falar inglês. No entanto, é só atravessar a ponte sobre o Rio Ottawa, que foi de onde surgiu o nome da cidade, para adentrar a pequena Gatineau já na província de Quebec.

Infelizmente, por não ser tão famosa quanto as suas vizinhas Toronto e Montreal, ou mesmo Quebec City, Ottawa acaba sendo relegada a segundo plano pelos turistas em geral, o que é uma grande injustiça! Apesar de pequena, a cidade é linda e merece sua visita! Na minha opinião, não pode ficar de fora de nenhum roteiro pela região leste do Canadá. Uma das vantagens é que a cidade fica muito perto de Montreal, ou seja, não tem desculpa para não visitá-la. 🙂

É possível conhecê-la por meio de um bate-volta de Montreal, ou dormindo na cidade pelo menos uma noite, o que seria o ideal. Como o nosso tempo era limitado e não queríamos o transtorno de ficar trocando de hotel, optamos pela primeira opção, mas admito que o tempo foi curto. Levamos em torno 2 horas de carro para fazer o trajeto Montreal-Ottawa, o que é bem razoável para um bate-volta. A estrada é ótima e não oferece perigo, mesmo a noite, portanto é uma excelente opção. Achamos mais vantajoso do que ir de trem, pois além de ser mais barato (para 3 pessoas), você fica com uma grande liberdade de horário (os trens têm horários bem limitados) e ainda pode usar o carro para deslocamentos internos na cidade, que são pontos cruciais para quem viaja com crianças. Estacionar em Ottawa também foi bem tranquilo.


Sugiro começar o passeio pela Wellington St., que percorre as atrações mais famosas da cidade. Lá você poderá ver o belo Hotel Château Laurier (A), famoso por sua imponente fachada.


Em seguida atravesse a ponte e veja de cima o Rideau Canal (B), que é mais uma das grandes obras de engenharia produzidas pelo homem. Tem mais de 200 Km de extensão e foi construído no século XIX pelos britânicos para interligar o rio São Lourenço (próximo à cidade de Kingston) ao Ottawa, de forma a poder transportar materiais militares entre as essas duas importantes vias fluviais do país. Virou patrimônio histórico da UNESCO a partir de 2007 e hoje é uma das grandes áreas de lazer dos moradores.


No caminho está também o National War Memorial (C), com seu soldado tipicamente inglês.


Logo em seguida você se depara com o principal cartão postal de Ottawa: o Parlamento do Canadá (D). Esse prédio histórico é o principal símbolo político do país e sua arquitetura é belíssima. Não tem como você não se impressionar com o seu tamanho e beleza! O Parlamente é oficialmente formado por 3 prédios dispostos ao redor do seu jardim, mas o prédio central é o maior e onde se localizam as principais salas. São realizadas visitas guiadas ao longo de todo o dia (em inglês e francês) e o melhor é que elas são totalmente gratuitas. Basta você se dirigir até a lateral direita do prédio central, que lá existe uma estrutura coberta para a distribuição de entradas e espera. É só escolher a língua desejada, que eles te indicam os horários disponíveis.


A visita guiada é realmente imperdível! A arquitetura interna é muito bonita e foi totalmente reconstruída após o incêndio que destruiu grande parte do prédio central em 1916, cuja causa nunca foi desvendada. A única sala que sobreviveu a essa enorme tragédia foi a biblioteca, em virtude de suas portas de ferro, que porventura é a sala mais impressionante e bonita de todo o parlamento. Sua estrutura toda de madeira é belíssima e foi muita sorte a mesma ter escapado ilesa desse incêndio com um material tão inflamável!


A visita ainda passa pelas belas salas da casa dos comuns e do senado, além de outras salas de reunião representativas.


Se você caminhar até a esquina da Kent St. vai se deparar com o prédio da Suprema Corte (E) (infelizmente não tenho fotos 😦 ) e em seguida pode voltar pela Sparks St. (F), que é uma rua comercial movimentada e com alguns prédios interessantes. Infelizmente estivemos por lá em um domingo, portanto estava tudo fechado e a rua não tinha movimento algum para curtir, mas fica mesmo assim a dica.


Atravessando novamente a ponte, recomendo um passeio pelo ByWard Market (G), que é região mais antiga da cidade e conhecida por muitos como Lower Town. Essa região é bem bonita, com vários restaurantes, bares e lojas, ou seja, um ótimo local para caminhar, comer e apreciar o movimento.


Comemos em um excelente restaurante italiano nessa região, que eu vou mencionar melhor no próximo post. Quando a fome bater, não deixe de exprimentar os imperdíveis e famosos Beaver Tails (trailer na esquina das ruas George St. e Dalhousie St.) , que são uma massa crocante grande em formato de cauda de castor (símbolo do país) com uma cobertura doce ou salgada a sua escolha. A massa lembra muito um “bolinho de chuva” e vem quentinha, combinando perfeitamente com a calda de chocolate com banana que pedimos! Uma delícia!!!



Para terminar o passeio pela cidade, recomendo uma visita ao Museu da Civilização (H), que conta a história do Canadá desde os seus primeiros dias. O prédio é muito bonito e moderno e fica na verdade do outro lado do rio Ottawa, mais precisamente em Gatineau. Como nosso tempo estava curto, focamos nossa visita no Children´s Museum, que é uma exposição totalmente à parte, inclusive com ingresso separado, e dedicada exclusivamente aos pimpolhos. Apesar de seu tamanho reduzido, esse museu permite que as crianças deem uma volta ao redor do mundo, com diversas áreas extremamente interativas que retratam os mais variados países e culturas. É muito legal e as crianças se sentem parte dos cenários, pois podem mexer literalmente em tudo! É tudo muito bem produzido e pensado! Eles inclusive distribuem um passaporte na entrada, incentivando as crianças a carimbarem as mesmas quando passam pelos países (tem uma máquina específica em cada país). Para quem está viajando com crianças esse museu é imperdível e foi o programa que meu filho mais adorou! Ele não queria sair de lá de jeito nenhum e só se convenceu quando os funcionários passaram solicitando que todos fossem embora para fechar o museu! 🙂


Outro motivo interessante para visitar esse museu é que ele fica junto ao rio e tem um visual fantástico da cidade de Ottawa e suas principais construções, além da Ponte Alexandra. O jardim ao lado também é utilizado como área de lazer pelos moradores, criando um clima bem gostoso para se curtir em um final de tarde.


Para conhecer mais sobre a cidade de Ottawa, não deixe de visitar o blog da Mirella, que já morou no Canadá e escreveu um mini guia sobre a cidade. Suas dicas foram preciosas para o sucesso da nossa viagem!


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Publicado por em Novembro 11, 2011 em Canadá, Ottawa

 

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