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Tampa Bay

Apesar da proximidade com Orlando, Tampa Bay só é normalmente lembrada pelos turistas devido ao parque Busch Gardens. Quase todos visitam o parque e ignoram o fato de que existe uma cidade interessante para passear, pois Tampa é praticamente ignorada pelas revistas e agentes de viagem. Se você é uma dessas pessoas (eu era!), então reserve um tempinho para conhecer essa cidade e toda sua cultura, que tenho certeza que você não se arrependerá.

Um dos bairros mais tradicionais de Tampa é o Ybor City, que era a residência oficial da colônia cubana na cidade. Por esse motivo a arquitetura das construções é bem característica e histórica, bem diferente do restante da cidade. Essa região ficou muito famosa na época por ser sede de uma famosa fábrica de charutos e tudo girava em torno da mesma. Conseguimos estacionar o carro facilmente na rua, já que existem várias vagas disponíveis, e aproveitamos para fazer um reconhecimento do bairro a pé. O bairro fica próximo a rodovia I4, mais precisamente entre as ruas 13th e 17th North e as avenidas Palm Ave. e 7th Ave. Se você quiser, também é possível chegar ao bairro por meio de bondes a partir do centro da cidade, o que pode ser também um passeio interessante.

Tampa Bay

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Alguns pontos interessantes são o prédio da antiga fábrica, o Cherokee Club, onde funcionava o clube dos mafiosos, empresários e políticos com passagem secreta pelos fundos, o The Don Vicente de Ybor Historic Inn, um prédio histórico de 1895 onde funcionava uma casa de saúde para os empregados da fábrica, mas que em 1980 foi transformado no hotel mais charmoso da região e o Centro Ybor, um centro comercial com várias lojas, cinema e restaurantes.

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Achei algumas ruas um pouco decadentes, pois tinha muita casa de shows adultos, mas no todo achei o bairro interessante devido a sua originalidade.

Atravessando de parar para curtir o centro da cidade, visitamos também o campus da University of Tampa, que é uma universidade privada com mais de 80 anos. Ela fica do outro lado do Hillsborough River e pode ser vista a partir do centro. Apesar de não ser muito grande em tamanho, o que nos motivou a visitá-la foi a arquitetura histórica de seus prédios com forte influência moura, bem contrastante com os prédios ultramodernos do centro. O prédio principal, também chamado de Plant Hall, é muito bonito e por si só já vale a visita!

Tampa Bay

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O centro é bem similar a de outras cidades americanas, com prédios altos e modernos. Vale a pena uma volta, mas nada de muito especial, até porque o centro não é muito grande.

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O que dá um charme a essa região é o Riverwalk, que é o calçadão que margeia o Hillsborough River e onde você pode observar uma paisagem mais verde e fazer uma caminhada agradável. Também tem uma bela vista da universidade, caso você não consiga visitá-la. É justamente nessa região que se localiza o Glazer Children’s Museum, que é um museu interativo totalmente dedicado as crianças e imperdível para quem viaja em família. A entrada custa US$9,50 para as crianças e US$15 para os adultos. Para quem está de carro, existe um edifício garagem do próprio museu ao lado para estacionar, que também é uma ótima base para quem pretende caminhar pela riverwalk.

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Outra atração familiar é o The Florida Aquarium, mas que infelizmente não visitamos. De qualquer fica a dica, pois é outra atração famosa na cidade, que oferece até um passeio de barco para avistar golfinhos no mar.


Além de visitar a cidade, uma desculpa para ir a Tampa Bay é para assistir a um jogo de hóquei no gelo ao vivo no estádio St. Pete Times Forum, sede do Tampa Bay Lightning, que ano passado chegou até as semifinais da NHL, que é a liga oficial dos EUA. Como Orlando não tem um time nessa liga, Tampa é o local mais perto para ter essa experiência. Outro local é em Ft Lauderdale, onde joga o Florida Phanters, que fica bem mais longe de Orlando, mas é um pulinho de Miami. Tínhamos comprado ingresso para um jogo, mas infelizmente meu filho ficou doente e tivemos que abortar o programa. O estádio também é super moderno e imagino que a experiência seja bem similar a que tivemos ao assistir o jogo de basquete em Orlando.


Para encerrar esse passeio, segue a dica de uma pizzaria bem no centro e próximo ao museu: Pizzaiolo Bavaro. Comemos uma excelente pizza no forna à lenha, muito parecida com as que temos aqui no Brasil, portanto bem diferente das americanas, o que é uma raridade por lá. É que o restaurante é administrado por uma autêntica família napolitana e todos os seus ingredientes são importados ou fabricados na própria casa. O recheio e molho de tomate não tinham aquele gosto picante e industrializado típico das pizzas americanas. Muito bom!

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Publicado por em Março 21, 2012 em EUA, Tampa Bay

 

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Nova York: um passeio por Chelsea

Diante de tantas opções para escolher em tão pouco tempo, optamos por conhecer uma das regiões mais badaladas nos últimos tempos na cidade e totalmente nova para nós: Chelsea. O bairro foi ganhando fama nos últimos anos, mas mesmo assim permanece com um clima totalmente provinciano e não lembra em nada com aquele burburinho de Midtown, o que é uma grande vantagem. A verdade é que até parece que você mudou de cidade e se você não soubesse, nunca diria que essas duas regiões são tão próximas. Você vê muitos poucos turistas e predominam as lojas pequenas e charmosas, além de cafés e restaurantes locais. É uma ótima oportunidade para conhecer algo além das grandes redes comerciais e produtos tipicamente nova-iorquinos.

Segundo dicas desse ótimo post do Ricardo Freire do Viaje na Viagem, descemos na estação de metrô 23st (linhas A, C ou E), que fica na esquina com 8ª avenida, e seguimos passeando pelas belas ruas do bairro. Caminhamos um pouco pelas 8ª e 9ª avenida na direção sul para conhecer o comércio da região e aproveitamos para comer um cupcake na famosa Billy’s Bakery. Apesar de a loja ser bem bonitinha e cheirosa, confesso que esperava bem mais, pois já comi cupcakes bem melhores. Achei mais bonito do que gostoso! Definitivamente não é algo que considere imperdível, mas se você estiver passando em frente, não custa experimentar, pois posso ter dado azar.


No entanto, a parte que achei mais interessante do bairro foram as ruas transversais, que são basicamente residenciais e muito tranquilas. Todas os prédios nessas ruas têm uma arquitetura tipicamente nova-iorquina, com aquelas escadinhas na frente. As ruas são todas muito arborizadas e passam um clima muito gostoso! Definitivamente é um local muito agradável e bonito para se morar!


Em seguida rumamos para uma das novas atrações na cidade: O High line Park. Em mais uma ideia ousada, dessa cidade que não para de reinventar, essa antiga linha de trem suspensa abandonada foi totalmente revitalizada e transformada em parque, se tornando em um dos pontos preferidos de lazer dos moradores próximos. Ele fica praticamente sobre a 10ª avenida, mas nem todas as esquinas têm escada para subir, portanto é importante consultar o mapa antes para não ter que andar à toa. Se você está com carrinho de criança, ou não tem condições de subir toda aquela escadaria (a subida é bem razoável), nas esquinas da 16th e 14th existem elevadores. O parque é bem bonito, com bancos de madeira estilosos e belas flores. A vista lá de cima também é bem bonita e esse é um ótimo local para descansar um pouquinho e curtir o movimento. Tem muita gente que aproveita o local para ler, estudar ou apenas conversar com os amigos.


Após descer do High Line, fomos conhecer o Chelsea Market, que fica na 9ª avenida, bem na esquina com a 15th. Essa galeria é bem bonita e um ótimo passeio para se refrescar do calor, caso você esteja viajando no verão, como era o nosso caso. Tem algumas lojas interessantes, mas principalmente muitas padarias, docerias e cafés onde você pode fazer uma boquinha. Não provamos nada, mas tudo era bem bonito!


Para terminar o passeio, você pode andar um pouquinho até o Eataly, que também é uma das novidades da cidade na 5ª avenida com a 23th. É uma espécie de mercado com os mais diversos produtos italianos, principalmente os gastronômicos. Cada seção é especializada em um algum tipo de comida da velha bota e você pode comprar para levar para casa ou comer ali mesmo. As opções são bastante variadas. Comemos um panini que estava bem gostoso!


Optamos por comer no restaurante de massas do Eataly (existem outros), que obviamente é o mais cheio. Esperamos bastante e a comida estava apenas razoável. O atendimento também deixou a desejar. Sinceramente achei as cantinas italianas mais simples melhores!


No próximo post eu dou mais algumas opções gastronômicas em Nova York. Até lá!

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Publicado por em Dezembro 12, 2011 em EUA, Nova York

 

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Nova York: um passeio por Midtown

Como o nosso tempo na cidade era curto, procuramos passear por locais que ainda não conhecíamos, deixando de lado atrações já manjadas, como a Estátua da Liberdade, o Empire State Building e a Grand Central Station. Isso não quer dizer que não visitamos atrações bastante conhecidas, mas é porque não tivemos tempo ou interesse em visitá-las nas últimas vezes. Também incluímos algumas atrações que só surgiram nos últimos anos, ou que simplesmente não conhecíamos na época. Sendo assim, não espere posts com as principais atrações de Nova York, mas apenas um relato de algumas poucas opções. Queríamos ter passeado muito mais, pois a lista é grande, mas precisaríamos de pelo menos uma semana na cidade, portanto o restante fica para uma viagem futura e decente por Nova York. Vou começar falando sobre a região de Midtown, que é mais turística!

Nossa primeira parada foi o Times Square, já que ficava próximo do nosso hotel. Apesar de ser uma região super turística e lotada de gente, gostei muito do que vi. Ela mudou muito desde da nossa última visita e hoje está bem mais agradável e bonita, além de menos decadente. As reformas realmente deram resultado, especialmente e de transformar parte da rua em calçada para pedestres com bancos ao ar livre. É recomendado também uma visita durante a noite, quando a luminosidade dos painéis e telas tomam conta e você relembra aquelas imagens muito comum nos filmes de Hollywood.


Nessa região ficam também os principais teatros da Broadway, o que aumenta ainda mais a concentração de pessoas por metro quadrado. As peças são maravilhosas e um programa imperdível para qualquer turista. Você pode assistir aos clássicos Fantasma da Ópera ou O Rei Leão, que já estão há vários anos em cartaz e quase sempre lotados, ou então optar por outras mais recentes, mas não menos famosas, como Wicked ou Memphis. Existem centenas de outras em cartaz, portanto o negócio é pesquisar as que mais combinam com você, pois opção é o que não falta! Todos os ingressos podem ser comprados pela internet, seja nos sites oficiais ou em sites especializados, mas também é possível comprá-los nas cabines TKTS, que vendem ingressos com preços super promocionais para o mesmo dia. Para algumas peças é possível encontrar ingressos por menos da metade do preço, mas não existe garantia que vai ter disponibilidade. Portanto se você deseja assistir muito a uma peça específica, ou está viajando na alta temporada, eu recomendo reservar com antecedência para não fica a ver navios! Uma dica: se você tiver um smartphone, não deixe de baixar a aplicação da TKTS, onde é possível pesquisar os ingressos disponíveis para cada dia e o desconto ofertado.


Continuando o passeio, fomos caminhar pela famosa 5º avenida, que conta com várias lojas interessantes (vou falar sobre compras em outro post) e muitas atrações turísticas. O ideal é caminhar com calma e ir parando em cada ponto de interesse. Começamos nossa jornada pela Biblioteca Pública de NY (na esquina com a 41st street), que é um prédio histórico bem bonito por fora e por dentro e figurinha fácil nas cenas de filmes e séries. Sua escadaria é sempre ponto de encontro dos mais diversos personagens! Vale muita a pena visitar suas salas de leitura, que são de uma beleza impressionante! O melhor de tudo é que você não paga nada fazer esse passeio. Não deixe de conhecer também o Bryant Park, que fica bem atrás da biblioteca, que além de muito bonito e agradável, é um local onde são realizados alguns eventos culturais.


Subindo a 5º avenida, entre a 49th e 50th, você se depara com o imponente Rockfeller Center. No inverno é aqui se encontra aquela famosa pista de patinação no gelo. Se você está viajando com crianças, não deixe de curtir também a loja da Lego, que fica bem ao lado. Como já conhecíamos o Empire State Building, optamos dessa vez por subir no Top of the Rock, que é o nome que eles deram para o passeio até o topo do prédio. Você pode reservar pela internet (aqui) e entrar direto, ou então comprar lá na hora mesmo, mas nesse caso se prepare para pegar um pouco de fila. Acabei comprando com um atendente na entrada do prédio e foi bem rápido. Quem está com carrinho de criança, como era o nosso caso, ainda pode furar a fila de espera do elevador. Além de mais barato e vazio do que o Empire, achei a experiência mais bacana. Já no elevador eles fazem um efeito especial para você se sentir decolando para o espaço, com luzes, som e um teto transparente. Meu filho achou o maior barato e queria ir de novo! 🙂 Mas é lá em cima que você se surpreende com o visual dessa cidade cosmopolita! São três andares, sendo algumas partes abertas e outras fechadas, e você consegue observar em todas as direções a ilha de Manhattan. A vista é mais bonita do que o do Empire State, pois você consegue ter um visual melhor do Central Park, devido a maior proximidade, além de ter o próprio Empire State compondo a paisagem.


No quarteirão seguinte da 5º avenida se encontra a St. Patrick´s Cathedral, com sua fachada imponente e muito bonita, contrastando com toda a arquitetura moderna dos prédios próximos. Infelizmente, por ser um ponto turístico famoso, a igreja estava muito cheia, portanto não conseguimos aproveitar muito o seu interior e nem tirar boas fotos, mas mesmo assim valeu a pena!


Na esquina com a 58th não deixe de entrar na FAO Schwarz, que é uma gigantesca loja de brinquedos muito bonita, e que ainda tem várias promoções interessantes. Ela ficou famosa por ser a loja dos filhos dos ricos e famosos, inclusive da realeza britânica, além de ter aparecido em várias cenas de filme. Você lembra daquela cena clássica do filme “Quero ser Grande”, onde o Tom Hanks fica pulando e tocando um piano gigante no chão junto com o seu chefe? Pois é, foi gravada ali. Mesmo para quem não está viajando com crianças, vale a pena conhecer!


Na próxima esquina fica a cobiçada loja da Apple, mas infelizmente sua bela entrada de vidro estava em obras, portanto só valeu mesmo para conhecer os produtos e fazer compras. Bem ao lado está o belo e gigantesco Central Park, que cobre uma área gigantesca da ilha e é a principal área de lazer dos moradores. Para quem viaja com crianças, tem até um zoológico dentro do parque. Um passeio imperdível também, mas que infelizmente dessa vez não pudemos curtir devido ao pouco tempo disponível.

Apesar de não ficar exatamente em Midtown, uma opção interessante para terminar esse passeio é conhecer pelo menos um dos grandes museus da cidade, já que eles também ficam na região do Central Park. O Metropolitan Museum of Arts (MOMA) é um dos mais famosos museus de arte moderna do mundo e fica localizado do lado leste do parque. É um passeio imperdível para quem gosta de arte! Como já conhecíamos o MOMA e estávamos viajando com o nosso filho, dessa vez optamos pelo Museu Americano de História Natural, que fica do lado oeste e é muito grande, tendo sido até cenário do filme “Uma noite no museu” com o Ben Stiller. Para chegar lá, basta pegar as linhas de metrô A, B ou C e saltar na estação com o mesmo nome do museu. Ele é sensacional e as crianças adoram! Existem vários seções com temas diferentes e os que achei mais bacana foram os dos dinossauros, animais pré-históricos e o espaço sideral. Recomendo!


No próximo post, mais algumas dicas de passeio pela Big Apple.

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Publicado por em Dezembro 8, 2011 em EUA, Nova York

 

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