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Las Vegas – Dicas de hospedagem

Uma das grandes vantagens de Las Vegas são os preços dos hotéis, que normalmente são bem em conta para a qualidade do serviço oferecido. Sim, a concorrência é grande, mas não é esse o principal motivo para os baixos preços. A verdade é que eles querem que você gaste seu dinheiro nos cassinos e o preço dos hotéis são um chamariz para você passar alguns dias por lá. Para quem não é chegado muito na mesa de jogo, como eu, é uma ótima oportunidade para se hospedar em hotéis bacanas a um custo aceitável.

Os principais hotéis estão localizados na Las Vegas Boulevard, mais conhecida como Strip. Existem outros hotéis fora dessa avenida, mas não recomendo, pois é lá que tudo acontece. Opções não faltam, desde as suítes mais simples até as mais luxuosas. A minha recomendação é sempre se hospedar nos grandes hotéis da parte sul da avenida, que vai do Hotel Madalay Bay até o Encore. Evite os hotéis mais ao norte, como o Circus Circus e Stratosphere, comumente oferecidos pelas operadoras brasileiras, pois são velhos e mal localizados e não compensam a economia. É possível encontrar hotéis na mesma faixa mais bem localizados. Existem também cadeias de hotéis menores que são mais baratas ainda, mas não recomendo, pois normalmente são bem fracas e você não vive o clima da cidade.

Las Vegas Boulevard


A grande vantagem de você se hospedar nesses grandes hotéis é que você tem toda a estrutura necessária lá dentro, além de viver intensamente o clima da cidade. Esses hotéis normalmente contam com um grande cassino, vários restaurantes, bares a cafeterias, área de jogos ou animais, além de teatros com grandes espetáculos. Eles são imensos e passear por esses hotéis é uma das grandes atrações, mas se hospedar em um deles é mais bacana ainda, portanto não perca essa oportunidade.

Analisando o custo-benefício, acabamos escolhendo o Hotel New York-New York, que como o próprio nome já indica, é um hotel temático baseado na big apple. É um hotel mais antigo, se comparado aos padrões de Las Vegas, onde todo ano tem hotel novo sendo lançado, mas ainda é relativamente novo para os padrões normais. Ele fica muito bem localizado, bem em frente ao Hotel MGM e a uma distância não muito grande dos outros hotéis, de forma que é possível percorrer todos caminhando.


O quarto era bem grande, limpo e confortável e o único porém era a distância do quarto para o elevador, já que o hotel é gigante. Tudo estava novo e gostamos bastante, principalmente se consideramos que pagamos somente US$85 por noite.


O hotel é muito bonito e você se sente realmente andando pelas ruas de Nova York. Tem várias lojas para tomar café da manhã e diversos restaurantes e bares transados para comer e beber, o que é muito cômodo para os momentos em que você está mais cansado.


Para quem está com crianças, o hotel conta ainda com uma área com jogos eletrônicos e tem até uma montanha russa radical, só que tudo pago a parte. Outra vantagem é que ele fica bem em frente ao Gameworks, que tem vários jogos eletrônicos bacanas, e a loja da M&M´s, que é diversão certa para a garotada. Eu fui ao Gameworks e eles oferecem inclusive um cartão onde você paga por hora e pode jogar o quanto quiser naquele período. O cartão de 1 hora custava US$20, o que achei bem em conta, sendo que vai barateando a medida que você acrescenta mais horas. Muitos dizem que Las Vegas não é uma cidade para crianças, mas eu discordo, pois têm muita atrações que agradam também os pimpolhos e dá perfeitamente para curtir a cidade em família. Eles podem circular tranquilamente pelos cassinos, mas você não pode parar para jogar, pois é proibido por lei. O único problema são os shows noturnos, mas em outro post específico eu vou dar uma dica de como aproveitá-los mesmo assim.


O New York oferece também um estacionamento gratuito nos fundos, como na maioria dos hotéis da cidade, portanto se você está de carro não terá problemas. Pelo preço e qualidade do hotel, recomendo!


Leia também:

Los Angeles-Las Vegas: uma estrada diferente
Pacific Coast Highway (US1)
Chegando a San Diego
San Diego – Balboa Park e Old Town
San Diego – Centro e Praias
Disneyland
Disney California Adventure
Disneyland – Dicas de Planejamento

 
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Publicado por em Maio 10, 2011 em EUA, Las Vegas

 

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Chegando a San Diego

Apesar de eu não ter divulgado o meu destino de férias, dessa vez escolhemos passear pelo oeste dos EUA e por Punta Cana (que já tem um post aqui), com um pit stop rápido na Florida. A primeira parada foi na bela e moderna cidade de San Diego, que tem muitas atrações a oferecer, mas que conto melhor nos próximos posts. San Diego foi uma das cidades que tive que cortar da minha única viagem pela Califórnia, portanto era uma das lacunas que tínhamos que preencher nessa viagem. 🙂


A cidade é bastante jovem e tem um ar descontraído, o que atrai bastante os visitantes. Tem a vantagem de ser a beira-mar, o que ajuda bastante a tornar a cidade mais agradável. As praias não são nenhuma maravilha, principalmente se comparadas com as nossas, mas mesmo assim são muito bacanas de se conhecer, mesmo no inverno. Como fomos em fevereiro, pegamos um pouco de frio, mas a vantagem de San Diego é que nunca faz tanto frio como as cidades mais ao norte do país e nem neva. Como não queríamos pegar muito frio, San Diego era um dos destinos indicados para essa época.

A chegada em San Diego foi muito legal, já que do avião foi possível observar a beleza das regiões desérticas pelo caminho e também do centro da cidade. O aeroporto internacional fica bem no centro e o pouso lembra muito o do Santos Dumont no Rio, já que a pista fica próxima à água e você passa rente aos prédios. Um belo visual de boas vindas!!!


Como o aeroporto é bem central, chegar no hotel é bem tranquilo e rápido. Apesar do transporte público eficiente, nós optamos por alugar um carro, já que os deslocamentos eram grandes e iríamos perder muito tempo sem ele. Além disso, andar de carro com crianças é bem mais prático e em San Diego é melhor ainda, já que em qualquer lugar você encontra estacionamento fácil. Como o aluguel não é muito caro, a minha recomendação é sem dúvida alugar um carro. Existem várias locadoras próximas ao aeroporto e todas possuem os tradicionais shuttles para te pegar, portanto basta escolher uma.

Depois de pegar o carro, em 10 minutos já estávamos no nosso hotel Best Western Bayside Inn, que fica em downtown e bem no centro financeiro da cidade. Os quartos são ótimos e bastante confortáveis, os funcionários atenciosos e o hotel ainda conta com um estacionamento interno, mas cuja diária é paga a parte e custa US$10 por noite.


O lado negativo fica por conta do café da manhã, que é servido no restaurante anexo, mas que é bem fraquinho e tem muito pouca opção. A vantagem é que já está incluso na diária, mas podia ser bem melhor. Em compensação pedimos comida no quarto no dia que chegamos, pois estávamos muito cansados, e a comida estava boa, bem melhor do que o café da manhã.


O centro da cidade é uma ótima localização para se hospedar, pois fica próximo de tudo, mas fica um pouco deserto a noite e tem poucas opções próximas para comer e caminhar, apesar de ser bastante seguro. Depois de conhecer um pouco a cidade, eu optaria por me hospedar no Gaslamp Quarter, que também fica no centro, mas é um local bastante movimentado e boêmio, principalmente a noite, com várias opções para comer e beber, além de muito comércio próximo. Essa região compreende 16 quadras do centro e era totalmente inóspita há alguns anos atrás, mas foi completamente revitalizada e hoje é um dos bairros mais badalados da cidade e tem muita opção de hospedagem.


Bem, nos próximos posts eu conto mais sobre o que tem para se fazer na cidade. Até lá!



Leia também:

San Diego – Balboa Park e Old Town
San Diego – Centro e Praias
Pacific Coast Highway (US1)
Boston
Washinton D.C.
Chicago

 
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Publicado por em Março 29, 2011 em Califórnia, EUA, San Diego

 

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Madri: Informações Práticas

Uma das grandes vantagens de chegar a Madri de avião é que o aeroporto de Barajas tem uma estação de metrô super moderna (linha 8), de onde você pode chegar a qualquer ponto da cidade. O único lado negativo é que para o centro você tem que fazer pelo menos umas 2 baldeações, dependendo de qual estação está mais perto do seu hotel, mas normalmente todas as estações têm elevador para as malas, o que facilita essas trocas. Depois de pegar a sua mala, siga as placas que indicam o metrô, mas se prepare, pois dependendo do seu terminal pode ser que tenha que andar um bocado! Você pode comprar um bilhete diário, que custa €1, ou um combinado de 10 viagens, tanto na bilheteria como nas máquinas automáticas disponíveis. A pegadinha aqui é que para utilizar a estação de metrô Barajas, tanto na chegada, como na saída, você tem que pagar o que eles chamam de “suplemento aeroporto“, que custa mais €1. Sem esse suplemento no seu bilhete a catraca simplesmente não libera a sua passagem. Se você esquecer de comprar esse suplemento na volta, não tem problema, pois você pode comprá-lo na própria estação, o que deve ser uma situação bem comum para os turistas.

Mapa do Metrô (para ver a versão pdf, clique na imagem)


Como o mapa do metrô é grande, fica complicado de enxergar aqui no blog, portanto para visualizá-lo em pdf clique na imagem acima ou nesse link. Para consultar os preços dos bilhetes, veja no site oficial. Existem várias alternativas para se chegar no mesmo ponto, portanto olhe o mapa com cuidado e veja quais as melhores linhas para sua estação. O metrô é bem moderno e limpo e cobre boa parte da cidade, somando ao todo 11 linhas.

Metrô de Madri


Além do metrô, Madri ainda conta com um excelente serviço de trem urbano, chamado de Renfe Cercanías. Não confundir com a Renfe, que é o serviço de trem interurbano operado pela mesma companhia. Esses trens te levam as estações mais longes no subúrbio da cidade, mas também servem para fazer deslocamentos mais rápidos no centro, já que eles param somente em algumas estações específicas e são mais rápidos. As estações do Renfe Cercanías têm um símbolo vermelho ao lado no próprio mapa do metrô, sendo uma vantagem se hospedar perto de uma. O bilhete é apenas um pouco mais caro e depende do destino, mas quando você vai para mais longe economiza um bom tempo. Para quem vai para a estação de trem Charmatin, de onde partem os trens para Segóvia, Salamanca e Ávila, o bilhete do Renfe Cercanías custa somente €1,30 a partir da estação Sol e economiza uns 20 a 25 minutos bricando. Como tempo é dinheiro, principalmente em uma viagem, recomendo!

Existem várias máquinas vendendo os bilhetes do Renfe Cercanías e são bem fáceis de usar (veja fotos abaixo), mas eles têm uma pegadinha. Os bilhetes têm que obrigatoriamente serem usados pela primeira vez em um período de 2 horas, portanto não adianta você comprar antecipadamente para poupar tempo, pois eles expiram. Eu fiz isso e tive que pegar o dinheiro de volta. Se você comprar o bilhete de ida e volta, a ida tem que ser nesse período, mas a volta não tem restrição.

Selecione o tipo de bilhete desejado

Selecione o destino

Confirme o preço e pague


A companhia de trem espanhola é a Renfe e as principais estações são Atocha e Chamartin. Os bilhetes podem ser adquiridos no próprio site da companhia aqui, mas muitos brasileiros tem enfrentado dificuldades para realizar a compra, assim como no site da Treinitalia. Se você não conseguir comprar com antecedência, pode comprar lá na hora sem problemas. A questão é que as máquinas automáticas na estação, pelo menos em Chamartin, não vendem passagem, mas apenas emitem bilhetes pré-reservados. Nesse caso você tem que pegar a fila mesmo, o que pode ser um pouco demorado dependendo do período. Para evitar perder o trem, chegue pelo menos uns 30 minutos antes, ou compre de véspera. Se for comprar na hora, fique atento, pois existe uma fila exclusiva para comprar bilhetes para os trens mais imediatos, que normalmente é mais rápida que a fila normal.


Para se hospedar, recomendo muito a região da Puerta del Sol, que é onde tudo acontece! Essa região ferve de dia e de noite, sempre com muito movimento e comércio. Além disso, fica próxima das principais atrações da cidade e a estação Sol tem 3 linhas de metrô e 1 de Renfe Cercanías, sendo bem fácil se deslocar para qualquer ponto da cidade.

São várias as opções de bons hotéis nessa região, mas a maioria não oferece quartos quádruplos. Para quem procura esse tipo de quarto, uma ótima opção é a rede de hotéis Petit Palace, que tem várias filiais bem localizadas e todas contam com quartos quádruplos com cama beliche. Os hotéis são bem similares e nós optamos pelo Petit Palace Londres, que estava mais barato e a localização é ótima. Ele fica na calle Preciados, que é uma rua de pedestres com as principais lojas da cidade, inclusive a famosa loja de departamentos El Corte Inglês, que fica do outro lado da rua.

Petit Palace Londres


O quarto era ótimo e o atendimento muito simpático! Até os colchões do beliche são confortáveis e o meu filho adorou a novidade! Se não bastasse tudo isso, o hotel conta com um diferencial muito bom, que é a disponibilização gratuita de notebooks nos quartos com internet rápida. Simplesmente sensacional! Ele fica preso com uma corrente de segurança e você pode usar a vontade com toda a privacidade.


O café da manhã não está incluso na diária, mas é oferecido por €9 por pessoa. Apesar do preço um pouco salgado, o café é gostoso e variado.


Nos próximos posts eu comento sobre os passeios e locais para comer em Madri.


Leia também:

Uma volta por Madri
Madri: Onde comer
Segóvia
Salamanca
Barcelona
Chegando a Roma
Lisboa: Informações Básicas
Paris – Informações Úteis

 
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Publicado por em Janeiro 18, 2011 em Espanha, Madri

 

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