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Lucerna

Outra cidade imperdível da Suíça alemã é sem dúvida nenhuma a bela Lucerna. Assim como Berna, o centro histórico não é muito grande e pode ser todo percorrido tranquilamente a pé, por isso qualquer hotel na região central está bem localizado.


Como estávamos viajando de trem, optamos por nos hospedar no Hotel Monopol, que é vizinho a estação central, bastando atravessar a avenida. Além da facilidade logística, conseguimos uma excelente promoção, portanto não tivemos dúvidas no momento de reservar. O hotel tem um estilo clássico, mas o quarto era muito bem conservado. O café da manhã também era bom, apesar de nada especial.

Hotel Monopol (Foto: http://www.jpmoser.com)


Apesar da boa localização do hotel, o centro histórico e turístico da cidade fica do outro lado do rio. Como tínhamos que atravessá-lo, nada melhor do que pela atração mais famosa da cidade: a Kapellbrücke (também conhecida como Chapel Bridge). Essa ponte de madeira é muito bonita e sua imagem é amplamente divulgada mundo afora. Você pode não conhecer Lucerna, mas com certeza já deve ter visto alguma foto dessa ponte em algum momento. A ponte é coberta e totalmente trabalhada no seu interior, além de toda florida externamente, portanto mesmo não sendo muito grande, você acaba gastando um bom tempo para atravessá-la. Outro fator que torna essa ponte muito fotografada é sua bela torre. Aprecie com calma a travessia, que tem até uma loja bem no meio vendendo artigos tipicamente suíços, como relógios e canivetes.


Do outro lado do rio se encontra o centro histórico com suas belas construções e uma arquitetura bem típica dessa região. Tem muitas paredes que são verdadeiras obras de arte com lindas pinturas e você não para de fotografar. O mais gostoso é se perder pelas pequenas ruas, apreciando as construções, praças, fontes e os enfeites. A cidade é realmente uma graça.


Nessa região você encontra também muitas lojas, inclusive algumas de grandes redes de departamento, portanto é um excelente local para quem deseja comprar alguns artigos suíços. As lojas de relógios são a maioria e é realmente impressionante a variedade de modelos bonitos, mas achei os preços bem salgados, até porque a Suíça é um país caro e o Franco Suíço estava bastante valorizado na época em relação ao Euro. Um detalhe importante que esqueci de mencionar no post anterior, é que ao contrário do que alguns pensam, a Suíça não faz parte da comunidade européia, portanto a moeda é diferente e também é necessário fazer imigração ao entrar e sair do país para qualquer outro vizinho.

Para saborear comidas típicas da região, recomendo o Restaurant Fritschi, onde comemos um bom fondue de queijo. O restaurante é bem bonito e turístico, mas não espere nenhuma comida gourmet. Comemos muito bem em outro restaurante também, mas infelizmente não me lembro mais o nome e local exato, portanto não tenho como indicar.


No próximo post vou falar sobre a última cidade suíça que vistamos e um dos passeios mais bacanas de toda a viagem. Aguardem!


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Publicado por em Junho 5, 2012 em Lucerna, Suíça

 

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Berna

Quando programamos nossa viagem à Suíça em 2006, já esperávamos visitar belas cidades, apreciar belos visuais, comer excelentes chocolates e sentir ao vivo como é um país onde tudo funciona perfeitamente. O que não esperávamos era vivenciar tudo isso com muito mais intensidade. A Suíça é realmente um país espetacular e muito bonito e, na minha modesta opinião, pouco valorizado e divulgado pelas mídias de turismo. Na época tivemos dificuldades para encontrar informações sobre algumas cidades, e quando encontrávamos, eram muito básicas. Isso não impediu que conhecêssemos um pedaço desse país maravilhoso e todas as suas belezas. A única pena é não ter passado mais tempo e conhecido outras regiões do país, mas essa é uma ótima desculpa para voltar mais vezes, não é verdade?

A primeira cidade que visitamos foi Berna, a bela capital do país. Ela é tão bonita, que seu centro histórico foi incluído na lista de patrimônios culturais da humanidade da Unesco. O centro histórico e turístico não é grande e pode ser facilmente percorrido a pé em poucas horas, portanto é uma cidade que pode ser facilmente encaixada em um roteiro como ponto de passagem, sem a necessidade de dormir, mas deve ser mais gostoso passar uma noite na cidade. O aeroporto mais próximo é o de Basel, que fica a 1 hora de distância de trem. Deixamos as nossas malas na estação de trem, que tem uma boa quantidade lockers de tamanhos variados, portanto é bem tranquilo. O único porém é que eles são automáticos e só aceitam francos suíços em moeda, portanto tivemos algum trabalho para arranjar trocado. Saindo da estação você já está no meio da cidade histórica, portanto não tem erro.


O ideal é passear pelas ruazinhas lindas sem pressa. A arquitetura das construções impressiona e os bondes elétricos dão um toque especial ao cenário. Não deixe de passear pelas ruas Marktgasse, Kramgasse e Gerechtigkeitsgasse, com suas famosas arcadas, belas fontes e um ótimo comércio. São as principais ruas do centro histórico e em algumas partes decoradas com as bandeiras dos cantões da Suíça.

Foto: blog.travelpod.com


É justamente no encontro da Marktgasse com a Kramgasse que se encontra a principal atração turística da cidade: o Zytglogge. Também conhecida como a Torre do Relógio, essa torre medieval do século 13 já foi inclusive prisão, mas hoje é o maior símbolo da cidade, não só pela sua beleza, mas por abrigar um relógio astronômico do século 15 que tem até hoje a sua estrutura original em pleno funcionamento. Para quem conhece o relógio de Praga, eles são muito parecidos, e assim como em outros relógios famosos no mundo, quando a hora cheia chega uma surpresa é revelada. Na verdade o espetáculo começa 3 minutos antes da hora cheia, mas as figuras mecânicas se movimentam com mais intensidade e dinâmica quando a hora é completada. É muito interessante e um espetáculo imperdível para quem está passeando pela cidade.

Foto: blog.travelpod.com


Outros pontos turísticos interessantes são a Catedral gótica da cidade na rua Junkergasse e o Palácio Federal Suíço, sede do governo federal e do parlamento. Recomendo também chegar a uma das pontes para observar o rio Aare que corta a cidade e curtir alguns belos visuais.


Depois de algumas horas passeando pela cidade, voltamos para a estação de trem para pegar as nossas malas e partir, mas com o pesar de estar deixando para trás uma cidade tão encantadora e que com certeza merecia mais tempo. Aliás, essa é uma sensação bem comum em todas as cidades suíças que visitamos. 🙂 Acho que dormir pelo menos uma noite na cidade deve ser uma experiência bem bacana, mas fica para uma próxima oportunidade. Nos próximos posts eu conto um pouco mais sobre outras cidades da Suíça. Até lá!


Leia também:

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Publicado por em Maio 16, 2012 em Berna, Suíça

 

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Amsterdam

Desde que eu comecei o blog há 3 anos atrás, estava na minha lista comentar sobre algumas viagens passadas. Consegui escrever sobre algumas, mas acabou que fui emendando uma viagem na outra e nunca sobrava muito tempo para falar das antigas. Agora finalmente vou passar a postar sobre uma viagem à Europa que realizamos em 2006 e que curtimos bastante. Eu sei que as informações não serão tão atuais, já que não me lembro mais de todos os detalhes, mas mesmo assim acho que vale a pena passar nossa experiência e dicas. Nessa viagem visitamos a Holanda, Alemanha, Suíça e Bélgica, sendo que nesse último país conhecemos somente Bruges, cujo post eu já publiquei no ano passado aqui. Vou então falar sobre o restante da viagem a partir de agora, começando por Amsterdam. A cidade é magnífica e nos surpreendeu muito positivamente!

Como o centro da cidade não é muito grande e iríamos chegar e sair de trem da cidade, optamos por um hotel próximo a estação Amsterdam Centraal: Hotel Bellevue (Martelaarsgracht 10). Os quartos eram muito bons e tinham uma decoração bem clean e moderna. O café da manhã também era bom, mas não estava incluso na diária. Apesar de não ser uma das áreas mais nobres para se hospedar, gostamos da localização, pois além da proximidade da estação de trem, dava para ir a pé até a grande maioria das atrações e você ainda tinha um ponto de bonde bem em frente para os locais mais distantes.


Nosso primeiro passeio foi ao bairro dos museus, onde visitamos o excelente Museu Van Gogh. Ele normalmente fica lotado, mas agora é possível comprar o ingresso pela internet, o que facilita a entrada e diminui o tempo de espera. O museu conta com a maior coleção de obras no mundo do pintor, que é um orgulho dos holandeses. A visita vale muito à pena, mesmo para quem não curte tanto museus e o mundo da arte! Outro museu famoso nessa região é o Rijksmuseum, também conhecido como o museu nacional dos Países Baixos, que conta com uma vasta coleção de obras de arte da idade de ouro holandesa, como algumas pinturas de Rembrandt.

Museu Van Gogh (foto: http://www.quenosvamos.com)

Rijksmuseum (foto: http://www.erasmus.gr)


Ainda no campo cultural, uma das atrações mais famosas de Amsterdam é a Casa Anne Frank, que foi a residência de uma família alemã de origem judaica durante o holocausto. A menina Anne Frank, de apenas 13 anos na época, acabou ficando famosa por seu diário, que relata o cotidiano dessa família para se esconder da perseguição nazista, que incluía inclusive a utilização de cômodos secretos. Ela acabou morrendo pouco tempo depois em um campo de concentração, após denúncia anônima sobre sua família, mas seu diário foi descoberto em seguida e virou história.

Casa Anne Frank (foto: http://www.virtualtourist.com)


Um dos grandes atrativos de Amsterdam são justamente seus belos canais e a arquitetura totalmente típica das construções, fazendo com que a cidade seja bem diferente de todas as outras grandes européias. Não tem como você não se encantar com a beleza enquanto caminha pelas ruazinhas do centro e atravessa as pequenas pontes. Em minha opinião, a melhor forma de você ter uma visão geral e entrar no clima dessa cidade é fazendo justamente um passeio de barco pelos canais. Existem várias empresas que oferecem o serviço, portanto não é difícil encontrar uma. Não me lembro ao certo, mas acho que o passeio dura em torno de 1 hora e não tem nada melhor do que curtir as belas paisagens com aquele ventinho no rosto e uma vista privilegiada. Também é uma ótima oportunidade para você conhecer melhor as famosas casas-barco, tão comuns por lá, mas que são totalmente originais para os estrangeiros. Você passa bem pertinho de algumas e dá para ver um pouco do seu interior. Essas casas costumam ser muito valorizadas e você encontra de todos os tipos – desde as mais simples até as mais luxuosas. Alguns turistas inclusive alugam algumas para temporada, o que deve ser uma experiência fantástica!


No entanto, não se limite apenas ao passei de barco para conhecer a cidade e aproveite que o centro não é muito grande para gastar a sola do sapato e caminhar bastante pelas ruas. A cada ponte você se deslumbra com uma nova paisagem, portanto você nunca se cansa!


Outro ponto turístico famoso na cidade é o Red Light District, que é o bairro oficial das prostitutas. Sim, além das drogas, os holandeses também são super abertos com relação a prostituição, tanto que regularizaram a profissão e as regras para a utilização do serviço. Ao passear por esse bairro a qualquer hora do dia, você se depara com senhoritas vestidas com trajes íntimos no janelão (parece mais uma vitrine) de seus quartos aguardando a chegada de fregueses. Quando o cliente entra no quarto, ela fecha a cortina e presta o serviço contratado ali mesmo, para depois começar todo o ciclo novamente. Eu recomendo passear por essa região a noite, quando fica mais movimentado e a iluminação realça mais. Não é uma paisagem das mais agradáveis, mas é no mínimo inusitado, portanto todo turista acaba passando por lá para dar uma espiada. Apesar de ser uma zona (com duplo sentido, por favor) menos amistosa da cidade, não me senti inseguro em nenhum momento. Um detalhe importante para os desavisados é que não é permitido tirar fotos das prostitutas, portanto cuidado para onde você aponta a sua câmera.


Para os amantes da cerveja, como eu, outro passeio impérdível é o Heineken Experience, onde você pode conhecer o processo de fabricação dessa tradicional cerveja holandesa e ainda degustar algumas no final. Atualmente a entrada custa €15 por pessoa.

Heineken Experience (foto: http://www.openbuildings.com)

Heineken Experience (foto: http://www.thecoolhunter.net)


Ao passear pela cidade, uma das praças interessantes é a Dam, que ficava bem próxima ao nosso hotel. Além de ser bastante movimentada, nessa praça se encontra uma das filiais do famoso museu de cera Madame Tussauds, onde diversas personalidades famosas são retratadas com sua própria estátua de cera. Nós não visitamos, pois já conhecíamos o de Londres e Las Vegas e acaba sendo meio repetitivo, mas é uma boa opção para quem nunca visitou. De qualquer forma, as outras atrações são bem mais interessantes e só visitaria esse museu caso você tenha realmente tempo sobrando.

Dam Square (foto: http://www.flickr.com)


Para encerrar, a última atração que eu indico é o Amsterdam Arena, estádio do tradicional time de futebol da cidade: o Ajax. Assim como em outros estádios de grandes times europeus, você pode fazer um tour pelas principais seções do estádio, inclusive o banco de reservas, e visitar o museu do clube. Esse passeio se chama Ajax Experience e custa €17,50 (Adultos) e €12,50 (crianças menores que 12 anos). O estádio é muito bacana, pois foi um dos primeiros estádios cobertos da europa com teto retrátil e grama natural, senão o primeiro. As instalações são ultramodernas, já que foi inaugurado em 1996, e o museu é muito bonito. O único lado negativo é que o estádio fica fora do centrão da cidade, portanto um pouco fora de mão, mas você pode chegar lá rapidamente de metrô.

Amsterdam Arena (foto: http://www.football-pictures.net)

Amsterdam Arena (foto: http://www.flickr.com)

Fotos do estádio

Para quem pretende visitar Amsterdam e outras regiões da Holanda, é indispensável a leitura dos blogs abaixos. Eles já moraram em Amsterdam, portanto conhecem como ninguém o país. Têm muitas dicas interessantes sobre o país, os holandeses e a cultura.

A Janela Laranja
Ducs Amsterdam

Nos próximos posts vou contar um pouco sobre as cidades que visitamos na Suíça e Alemanha. Aguardem!!!



Leia também:

Bruges
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Paris – La Défense
Restaurantes em Paris
Estrasburgo

 
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Publicado por em Abril 23, 2012 em Amsterdam, Holanda

 

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