Dessa vez não fomos ao Sea World, mas vou contar sobre a nossa última passagem por lá. Ele é também um parque antigo e tradicional, com um foco bem diferente dos demais. Tudo no parque é baseado na vida marinha e a grande maioria das principais atrações são na verdade shows e não brinquedos. Por esse motivo, a grande dificuldade é como encaixar os restritos horários dos shows no seu planejamento diária, de forma que você não perca nenhum. É um quebra-cabeça que deve ser ainda complementado com um tempo dedicado aos brinquedos e animais.
O parque não é tão grande quanto os outros e como você fica muito tempo sentado assistindo aos shows, não é tão cansativo. Por esse motivo eu recomendo visitá-lo no meio da sua viagem para quebrar um pouco o ritmo. Veja abaixo o mapa do parque.

Logo na entrada está a mais nova atração do parque, a montanha russa Manta, onde os tripulantes ficam na posição horizontal e não vertical, como nas outras montanhas russas. Ela simula os movimentos de uma arraia gigante e você participa de tudo. Infelizmente ainda não tive a oportunidade de experimentá-la para contar a experiência, mas estou morrendo de vontade! 😀

Manta (foto: http://www.blogs.orlandosentinel.com)

Manta (foto: http://www.ted.me)
Uma das principais atrações é o show das baleias orcas Shamu. Infelizmente devido ao incidente que ocasionou a morte da treinadora no último ano, o show foi alterado e os treinadores não entram mais na água junto com as baleias. Como não tive a oportunidade de assistir esse novo show, não posso opinar, mas imagino que tenha perdido um pouco da beleza. Estive novamente no parque em 2012 e posso afirmar que o show realmente perdeu um pouco da graça, principalmente para quem o conhecia anteriormente. De qualquer forma continua bastante concorrido e só acontece duas vezes ao dia, portanto se programe. Só tome cuidado para não se sentar nas fileiras da frente, a não ser que você queira se refrescar com um banho!
Bem ao lado do estádio está o Wild Artic, onde você literalmente entra em uma gelada! 🙂 Não, eu não estou dizendo que essa atração é furada. É que aqui eles criaram um ambiente similar ao pólo ártico para que você possa ver os animais típicos dessa região, como o famoso urso polar. Se prepare que é frio! Além de passear por cenários inóspitos, no início você ainda pode embarcar em um simulador pelo ártico para viver algumas emoções mais fortes.
Bem atrás do show da Shamu está a área mais legal para as crianças pequenas. O Shamu’s Happy Harbor é um brinquedão imenso, onde as crianças se divertem escalando e correndo. O tamanho impressiona e o único problema é que você acaba perdendo o seu filho de vista.

Nessa mesma região fica o Shamu Express, que é uma motanha russa infantil bem bacana, um navio e mais outras tantas atrações infantis, como o Swishy Fishies, Flying Fiddler, Ocean Commotion e Jazzy Jellies.


Se você atravessar o lago poderá assistir no Nautilus Theather a peça A’lure – The Call of the Ocean. Os espetáulo é um genérico do Cirque du Soleil e muito bem feitinho, com cenários bem bonitos.

Bem ao lado do teatro está o Shark Encounter, onde você pode observar vários tipos de tubarões e peixes. É bem bacana, sendo que o ponto alto é um túnel debaixo d’água onde os tubarões passam bem próximos de você. Se você quer uma experiência legal durante o seu almoço, experimente o restaurante Shark Underwater Grill, cujas paredes são aquários gigantes e você se sente comendo no fundo do mar. Apesar da beleza, achei a comida bem cara e regular, portanto vá mais pela experiência do que pela comida.



Em seguida você chega a um outro estádio, onde acontece o show dos leões marinhos Clyde and Seamore. Esse show é bem engraçado e as crianças adoram. Os leões marinhos fazem coisas inacreditáveis e são muito bem treinados. É um humor bem infantil e divertido.
Um pouco mais adiante está o Penguin Encounter, onde você pode ver alguns penguins, e o Pacific Point Reserve, que conta com várias animais para observação, como leões marinhos, focas, etc.. Nessa região está também Smoky Creek, que é uma espécie de fast-food de carnes grelhadas na brasa que nós gostamos muito, pois não é muito caro e as carnes são bem saborosas.
Na parte seguinte estão duas atrações radicais, que junto com a Manta, são as únicas atrações para quem gosta de um pouco de adrenalina. A primeira é a Jouney to Atlantis, que é uma montanha russa híbrida, pois anda nos trilhos e também na água, o que é bem criativo. Na maior queda você tem grande chance de se molhar!

Journey to Atlantis (foto: http://www.soulofamerica.com)
Ao lado está a montanha russa Kraken, que é a mais alta de Orlando. A altura da primeira queda é realmente bem grande, mas não a achei tão radical quanto o resto da atração, pois ela não é vertical. São ao todo umas 7 voltas de cabeça para baixo e tem até um momento em que você passa por um túnel debaixo da terra. É o maior barato!

Kraken (foto: http://www.bestorlandovacationpackages.com)
As próximas atrações são dedicas aos golfinhos. No Dolphin Cove você poderá observá-los mais de perto, enquanto no show Blue Horizons, você poderá acompanhar um belo espetáculo desses animais super inteligentes. É um show imperdível e para mim o melhor de todo o parque!
Para encerrar, você ainda poderá observar alguns outros animais interessantes, como o peixe-boi no Manatee Rescue, as arraias no Stingray Lagoon, e as tartarugas marinhas no Turtle Point.
Resumindo, eu diria que o Sea World é na verdade uma mistura de parque de diversões com um zoológico marinho.
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