
Torre Eiffel
Depois da minha passagem pela Grécia, vou contar agora um pouco sobre o restante da viagem pela França. O objetivo era voltar a Paris, cidade que já conhecíamos mas que sempre vale voltar, nem que seja para uma breve passagem. Paris realmente encanta qualquer pessoa com seu charme e beleza e é um dos nossos destinos preferidos na Europa (e de mais milhares de pessoas 🙂 ). Aproveitamos a passagem pela cidade para incluir no roteiro um bate-volta até Estrasburgo, cidade essa que não conhecíamos e que poderia ser facilmente visitada em um 1 dia sem grandes esforços.
Como já conhecíamos Paris de outras viagens, o objetivo não era bater ponto em todos os pontos turísticos, mas somente revisitar alguns, conhecer alguns novos e curtir o que a cidade tem a oferecer além do óbvio. Se você estiver planejando uma viagem a cidade e quiser conhecer tudo o que ela tem a oferecer, uma dica é ler com calma os blogs Conexão Paris e Viaje na Viagem, que possuem várias dicas interessantes para os marinheiros de primeira viagem e também para os mais experientes que desejam vivenciar situações novas.
Independente do meio de transporte que você use para chegar a Paris, existem várias opções práticas para se chegar ao seu hotel sem a necessidade de um táxi, que são bastante caros. Nas estações de trem (são várias pela cidade) sempre existem uma estação de metrô ou RER (trem urbano). Já nos aeroportos, Charles de Gaulle e Orly, também é possível pegar o RER até o centro da cidade ou um ônibus que te deixa próximo a uma estação de metrô. Dessa vez eu cheguei pelo aeroporto CDG e peguei o RER, que custa €8,50. Você deve pegar o trem interno do aeroporto até o terminal 2, onde fica a estação do RER, e pode comprar o bilhete nas máquinas automáticas ou na própria bilheteria, caso não se sinta confortável com as primeiras. O RER que sai do CDG pode ir direto até a estação Gare du Nord sem paradas, ou ir parando pelo caminho, o que demora muito mais. O direto economiza uns 20 a 30 minutos para quem vai para o centro, mas infelizmente você só fica sabendo pelos altofalantes e em francês, já que eles não se preocupam em anunciar em inglês. 😦
Para o deslocamento dentro da cidade, existem diversas opções: passes diários, bilhetes individuais ou agrupados, bilhetes semanais, etc.. A melhor opção depende muito do que você pretende fazer e em quanto tempo. Para entender melhor e planejar sua viagem, veja o seguinte post do Conexão Paris.

Máquina para comprar bilhete de metrô
Outra opção interessante para os deslocamentos na cidade são as bicicletas públicas (chamadas de Vèlib), que propiciam um passeio diferente e interessante, permitindo ainda visualizar melhor a cidade do que o metrô. Para saber mais sobre o serviço, veja o seguinte post do Conexão Paris com o passo-a-passo. Infelizmente não existem muitas ciclovias dedicadas, como acontece em Amsterdam, e as bicicletas são obrigadas a dividir o asfalto com os ônibus e carros, portanto é importante prestar bastante a atenção na sinalização para não causar um acidente.

Vèlib
Além das opções dos passes de transporte, ainda existe o Paris Museum Pass que é bem vantajoso e dá acesso aos principais museus e monumentos da cidade. Ele é vendido para 2, 4 e 6 dias, sendo o seu preço €32, €42 e €64 respectivamente. Além do site oficial, para mais informações consulte também o seguinte post do Viaje na Viagem. Compare o seu roteiro com as atrações oferecidas no passe e veja se vale a pena financeiramente comprá-lo.
Até essa última viagem eu não tido sorte com os hotéis em Paris. Eles são caros e normalmente antigos, sendo difícil encontrar uma boa relação custo-benefício. Os únicos hotéis bons que eu tinha ficado foram a trabalho, mas infelizmente ele são caros demais para o meu orçamento :-(. Felizmente essa sina acabou nessa viagem e gostei do Hotel Moderne St. Germain (33 rue des Ecoles), que é da mesma cadeia do vizinho Hotel Sully St. Germain. Na verdade eu reservei o último hotel por indicação dos meus pais, que já tinha se hospedado lá e gostado, mas eles me transferiram para o primeiro no momento do check-in. Não gostei muito dessa surpresa de última hora e já estava pronto para reclamar, mas esperei para ver no que ia dar. E não é que o hotel era bom! Ele tem uma recepção toda moderna e fora dos padrões parisienses, que inclui inclusive um computador com acesso a internet e impressora gratuito para utilização dos hóspedes.

Hotel Moderne St. Germain

Lounge do hotel c/ computador

Restaurante do hotel
O quarto já segue a linha mais antiga e tradicional da cidade, mas é bem limpo e espaçoso e ainda possui um frigobar. A cama não é das mais confortáveis, mas quebra o galho. A presença de um frigobar é muito importante, pois existem 2 mercadinhos super baratos bem próximos ao hotel na Rue des Carmes, sendo uma ótima opção para economizar.


O hotel tem uma ótima localização no Quartier Latin e muito próxima a St. Germain. Ele fica bem próximo a estação de metrô Maubert (linha 10) e também é possível ir a pé até as estações de metrô e RER Saint Michel. Foi exatamente nessa última que saímos quando viemos do aeroporto. Ainda é possível ir a pé até a Ile de la Cité, onde fica a catedral de Notre Dame, ao Pantheón e a todos os restaurantes do Quartier Latin, que é uma região bem animada e divertida a noite.
Nos próximos posts eu falo um pouco mais sobre alguns pontos turísticos e restaurantes da cidade. Até lá!
Outros posts da viagem a França:
Paris – Fotoblog
Paris – La Défense
Restaurantes em Paris
Estrasburgo
Restaurantes em Estrasburgo



